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O que é seu tá guardado!



"O que é seu ta guardado", nunca vou me esquecer desta frase, ela mudou por inteiro a minha vida. Meu nome é Mellissa, mas todos me chamam de Mell, porque sou uma menina doce e meiga? Não mesmo. Quando este fato aconteceu eu tinha apenas 16 anos, achava que o mundo inteiro era meu, só meu, e na verdade, era mesmo. Eu era linda, os garotos me desejavam, as garotas me invejavam e imitavam, era a garotinha do papai, tinha tudo o que eu queria, não tinha nenhum limite do certo e do errado, se alguma coisa dava errado, meu pai resolvia.

Na escola, era líder do grupo, sempre a frente das comemorações e festas. È, o mundo era meu!!! Tudo começou a ruir, em meados de agosto, quando o professor de português foi substituído, e vocês não acreditam, o novo professor era um sonho! Como era lindo. Era alto, forte, loiro, olhos amendoados, boca desenhada, dentes branquíssimos, e as vezes, quando ele escrevia no quadro, dava pra ver sua tatuagem, que começava nas costas e terminava no braço, parecia um dragão. Devia ter uns 30 anos, seu nome era Heitor.

E o que mais me incomodou nele? Não me dava a menor atenção. Por mais que me insinuasse, ele nem ligava. Isso me deixava louca. Então resolvi chamar-lhe a atenção de outra forma, sendo muito, muito malcriada, o que era muito fácil pra mim. Então, eu acabava com os dias do professor. Respondia, conversava, ria alto, não obedecia, e, o pior é que toda a turma me acompanhava. Ele ficava louco. Até que um dia ele não aguentando a bagunça, pediu que eu me retirasse da sala, pois ele precisava dar aula.

É claro que eu me recusei:

- Quero ver quem me tira daqui!!! Dizia com muito deboche.
- Tudo bem mocinha, quero falar com seus pais.

Disse muito bravo, mas sem perder a linha. Eu nem ligava. No outro dia estávamos lá, eu, meu pai, o Heitor e a diretora. Pasmem, me fiz de vítima o tempo todo, até chorei. Disse que o professor me perseguia, pois ele não dava conta da turma e me culpava por isso. Meu pai ficou uma fera:

- Como pode diretora, eu pago uma fortuna de colégio, pra minha menina ter uma boa educação, e, vem um professor qualquer tirar minha filha da sala com grosseria?

Resultado: a diretora deu a maior bronca no professor na minha frente, e eu, pobrezinha, chorava desconsolada!!!

Quando voltei para sala, contei a todos oque aconteceu, com um ar de vitoria. Ainda tinha em meus lábios aquele sorriso cínico, quando Heitor entrou na sala. Ele me olhou nos olhos com firmeza, sem demonstrar raiva, chegou bem pertinho do meu ouvido e disse:

- Um dia é da caça, o outro do caçador! O que é seu tá guardado Mellissa!

Nem liguei, continuei com aquele ar desafiador olhando para ele, pois sabia que não podia fazer nada, e, se fizesse se sairia mal, como hoje. Os dias foram se passando, e ele aguentou firme. Não me mandou mais sair da sala, não chamava minha atenção, mas as vezes, eu o pegava olhando para mim, com um ar estranho, talvez de deboche, eu não entendia, e continuava minha seção de tortura ao professor Heitor.

E assim chegamos ao final do ano, era o dia da grande festa. Tudo estava perfeito! Alugamos um clube, com uma bela piscina, onde montamos um palco e uma pista de dança, gastamos uma fortuna na decoração, e ficou tudo perfeito. Eu passei o dia no salão, me embelezando ainda mais, tinha que ser a garota mais linda e gostosa da festa. Meu pai me deixou na festa, ele não gostava que eu andasse sozinha, achava perigoso, ainda mais no local onde o clube ficava, era meio ermo, disse que quando eu quisesse ir pra casa era só ligar que ele me buscava. A noite estava um pouco fresca, mas não fazia frio. Quando eu adentrei a porta, a festa parou, todos os caras olharam pra mim, e não era por menos, eu usava um vestidinho branco bem curto e de tão colado no corpo, dava pra ver o desenho de minha minuscula calcinha, que vez ou outra era oculta pelos meus cabelos tão longos, lisos e negros. Mal dei os primeiros passos pra falar com os colegas dei de cara com o Heitor, mais lindo que nunca. Ele me olhou por alguns segundos, como de pudesse tocar meu corpo com seus olhos. O que ele fazia na festa? È claro era o paraninfo da turma, a galera convidou por educação e, ele foi. Quando acordei de meus pensamentos, notei que o professor caminhava em minha direção, com um sorriso um pouco malicioso:

- Oi Mell, como está se sentindo esta noite?
- Estou ótima Heitor, confesso que um pouco aliviada.
- Aliviada?
- È. Só de pensar que eu não tenho mais que olhar pra essa sua cara, todos os dias... Que alivio! Alias, você poderia ter me poupado da sua presença nesta noite tão especial!!!
- Agora sim você disse uma verdade Melzinha, não sou mais seu professor, não tenho mais nenhum laço com você,e se não se lembra, oque é seu ainda está guardado, e eu não vou embora hoje, sem dar tudo que você merece menina.

Ele disse isso com um ar irônico, enquanto esfregava as mãos, como se as preparasse.

Gelei da cabeça aos pés, não sabia o que ele faria, e não fiquei ali para descobrir. Saí correndo da sala de estar e fui para perto da piscina, onde tinha mais gente. Tentei me esconder no meio das pessoas, enquanto procurava por ele com os olhos. Senti uma mão firme e grossa pegar a minha cintura delicada por trás. Primeiro eu tive medo de olhar, mas logo me encorajei, o que aquele professorzinho poderia me fazer? Virei para traz com um ar ameaçador. Era ele. Arrebitei meu nariz em sua direção e disse:

- O que você quer, Heitor? Um escândalo? Acabar com a festa de todo mundo?
- Não lindinha, não quero acabar com a festa de todo mundo, só com a sua. Eu vim aqui para isso.
- Pra que?
- Pra te ensinar uma ultima lição. A respeitar as pessoas.
- Está louco? Você não é meu pai pra me ensinar nada, e o que você entende de respeito? Eu fiz e desfiz o que eu quis o ano todo, e você se calou, engoliu tudo calado.
- Não querida, eu não engoli nada, como já disse estava guardando e vou te devolver agora na forma de uma bela surra, com as palmadas que você deveria ter tomado quando criança e não levou, mas nunca é tarde para aprender.

Então o Heitor segurou firme em meu braço, tentando me levar para algum lugar, eu resistia. Então ele me pegou pela cintura e me colocou sobre seu ombro e me carregou até um banquinho que estava perto da piscina. A esta altura a festa tinha parado para ver a briga. Ele então em um movimento só se sentou e me colocou de bruços sobre seus joelhos, eu me contorcia, esperneava, tentando me livrar do castigo, mas a esta altura estava completamente dominada e assustada pois não sabia oque viria, nunca senti o peso das mãos de um homem, nem de brincadeira. O Heitor parecia querer me torturar, ele alisava meu traseiro com aquela mão imensa, que parecia ser maior que meu bumbum, esperando que todos estivessem olhando.

- Pronta querida, vamos lá.

E aplicou a primeira palmada, tão forte e estalada que eu gemi alto de dor. Ele sorriu e desceu outra palmada mais forte que a primeira e assim foi, PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT..... A essa altura eu nem ligava se tinha alguém olhando, eu gritava, esperniava e chorava como uma criancinha. Assim, meu castigo durou uns 5 minutos, os minutos mais longos da minha vida. Eu sentia o meu trazeiro em brasas, doia tanto que comecei a implorar entre um soluço e outro:

- Por favor, para, tá doendo muito...
- È pra doer mesmo, e vai doer muito mais.

PLAFT PLAFT PLAFT..........

Não parava nunca. Quando finalmente Heitor me soltou, eu estava furiosa, envergonhada, humilhada pela surra de palmadas na frente de meus colegas, então corri até a rua, precisava sair dali o quanto antes, saí andando sem rumo, chorando como uma louca, quando o Heitor me alcançou:

- Mellissa?!

Comecei a esmurrar o seu peito como vingança e não parava de gritar e chorar:

- Seu grosso, louco, você não tinha o direito de fazer isso, você já era, meu pai vai acabar com você...
- Melissa, para de gritar agora, e engole o choro.

Que surpresa, como um passe de magica, eu obedeci, me calei completamente, diante da ordem do Heitor.

- Você teve o que mereceu, menina. Agora cala essa boca que eu vou te levar pra casa.
- Não, eu não quero ir pra nenhum lugar com você...
- Vem agora, obedece que eu estou mandando, ou será que tenho que te dar mais palmadas pra você obedecer?

E o Heitor saiu me puxando pelo braço até seu carro. Abriu a porta e me jogou la dentro de proposito, para ver minha expressão de dor ao me sentar com força apos aquela surra. Me sentei meio de lado, dando as costas para ele, soluçando sem parar, completamente emburrada, mas também estranhamente me sentia super excitada ao lembrar do peso das suas mãos sobre meu traseiro. Heitor parou o carro uns dois quarteirões da minha casa, quando ameacei descer ele me puxou, pegou meu queixo com firmeza para que olhasse em seus olhos:

- Mell, queria que você me entendesse.
- Não posso. Me desculpa se estou muito brava por ter levado uma surra, como uma criancinha, na frente dos meus amigos, na minha festa de formatura. Você não tinha o direito...

Voltei a chorar compulsivamente.

- Lindinha, entenda, eu não poderia deixar você sair da escola como você estava. Você precisa de limites, e foi o que eu te dei hoje.

Não conseguia parar de chorar, então Heitor me abraçou com carinho tentando me consolar, pude sentir seu peitoral contra meus seios virgens, e percebi que ele também estava muito excitado. Ergui um pouco os olhos molhados de lagrimas, e por alguns instantes fitei sua boca, como se estivesse enfeitiçada. Ofereci meus lábios ao Heitor, e ele me beijou, primeiro devagar, depois nos entregamos aos nossos desejos. Naquela noite o Heitor me fez mulher, ali mesmo dentro daquele carro. Nos amamos intensamente até o sol nascer. E quer saber o mais curioso? Ele disse que ficou louco por mim desde a primeira vez que me viu, mas como era meu professor, não poderia ter qualquer envolvimento comigo. Hoje estamos casados a quase 10 anos, e temos um filho lindo, as vezes quando sinto falta, me comporto mal para ser castigada pelo meu professor.